Desenvolvimento e Cuidados

Vacinas do bebê: calendário completo 2026 mês a mês

O calendário de vacinação do bebê começa ainda nos primeiros dias de vida e continua ao longo dos primeiros meses e anos.

Em 2026, pelo Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, o bebê recebe vacinas importantes contra doenças como tuberculose, hepatite B, poliomielite, coqueluche, meningites, doenças pneumocócicas, gripe, covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela e hepatite A.

Uma informação importante: não basta lembrar apenas das vacinas dos 2, 4 e 6 meses. Algumas são indicadas ao nascer, outras aos 3, 5, 7, 9 e 12 meses, e existem vacinas com prazos específicos.

Por isso, neste artigo você vai encontrar o calendário de vacinas do bebê 2026 mês a mês, além de uma explicação sobre cada etapa, o que fazer quando uma dose atrasa, quais reações podem acontecer e quando procurar atendimento.

Atenção: este artigo é informativo e não substitui a avaliação da equipe de saúde. Para crianças com condições clínicas específicas, prematuridade, imunodeficiências ou outras situações especiais, o esquema de vacinação pode precisar de orientação individualizada.

Calendário de vacinas do bebê 2026 mês a mês

A tabela abaixo apresenta as vacinas previstas pelo Calendário Nacional de Vacinação para crianças no Brasil.

Idade do bebêVacinas previstas no calendário de 2026
Ao nascerBCG + Hepatite B
2 mesesPentavalente + VIP + Rotavírus + Pneumocócica 20-valente
3 mesesMeningocócica C
4 mesesPentavalente + VIP + Rotavírus + Pneumocócica 10-valente
5 mesesMeningocócica C
6 mesesPentavalente + VIP + Influenza + Covid-19
7 mesesCovid-19
9 mesesCovid-19 + Febre amarela
12 mesesPneumocócica 20-valente + Meningocócica ACWY + Tríplice viral
15 mesesDTP + VIP + Tríplice viral + Varicela + Hepatite A

Atenção: a vacina contra febre amarela pode ter indicação excepcional entre 6 e 8 meses em situações específicas, como residência ou viagem para área com circulação viral, após avaliação do serviço de saúde. A vacinação de rotina ocorre aos 9 meses.

Vacinas do bebê ao nascer

Os primeiros dias de vida já fazem parte do calendário de vacinação.

BCG

A BCG é uma dose única indicada para proteger contra formas graves e disseminadas da tuberculose.

No calendário de rotina, a recomendação é que seja aplicada o mais precocemente possível, preferencialmente ainda na maternidade.

Quando a BCG não é aplicada ao nascer, a orientação é procurar o serviço de saúde para atualização. O Ministério da Saúde informa que, na rede pública, a vacina pode ser administrada na rotina até 4 anos, 11 meses e 29 dias, conforme as regras do programa.

Hepatite B

A vacina contra hepatite B também faz parte da vacinação indicada ao nascer.

Ela ajuda a prevenir a infecção pelo vírus da hepatite B, que pode causar doença hepática e complicações ao longo da vida.

Por isso, se o bebê ainda está na maternidade, vale confirmar se as duas vacinas previstas para esse momento foram registradas na Caderneta da Criança.

Na prática

Antes de sair da maternidade, confira:

  • se a BCG foi aplicada;
  • se a vacina contra hepatite B foi aplicada;
  • se as doses estão registradas na caderneta;
  • qual será a próxima data de vacinação.

Esse pequeno hábito evita que a família dependa apenas da memória para acompanhar o calendário.

Vacinas aos 2 meses

Os 2 meses costumam marcar uma das etapas mais importantes da vacinação do bebê.

Nesta idade, o calendário de 2026 prevê:

  • Pentavalente – 1ª dose
  • Poliomielite inativada (VIP) – 1ª dose
  • Rotavírus – 1ª dose
  • Pneumocócica 20-valente – 1ª dose

Pentavalente

A vacina pentavalente protege contra difteria, tétano, coqueluche, infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B.

VIP

A VIP é a vacina inativada contra a poliomielite, doença conhecida popularmente como paralisia infantil.

Rotavírus

A vacina contra o rotavírus ajuda a prevenir gastroenterites causadas por esse vírus, que podem provocar diarreia e vômitos.

Aqui existe um cuidado especialmente importante: a vacina contra o rotavírus possui limites de idade para suas doses.

De acordo com o calendário do Ministério da Saúde, a primeira dose pode ser administrada entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias, enquanto a segunda deve respeitar seu intervalo e limite de idade. Se a primeira dose não for realizada dentro do período indicado, a criança pode perder a oportunidade de receber a segunda dose pela rotina.

Pneumocócica 20-valente

A pneumocócica 20-valente protege contra doenças pneumocócicas invasivas.

Em 2026, ela aparece no calendário infantil aos 2 meses e novamente como reforço aos 12 meses.

Vacinas aos 3 meses

Aos 3 meses, entra uma nova vacina:

Meningocócica C – 1ª dose

A vacina meningocócica C protege contra doenças causadas pelo meningococo do sorogrupo C.

Entre as doenças meningocócicas estão formas graves de infecção, incluindo meningite.

É justamente por isso que o calendário não deve ser acompanhado apenas pelos meses pares.

Aos 3 meses também existe vacinação.

Vacinas aos 4 meses

Aos 4 meses, o bebê recebe novas doses das vacinas iniciadas aos 2 meses:

  • Pentavalente – 2ª dose
  • VIP – 2ª dose
  • Rotavírus – 2ª dose
  • Pneumocócica – 2ª dose

Um detalhe que merece atenção é que, em 2026, o calendário nacional apresenta a pneumocócica 20-valente aos 2 meses e a pneumocócica 10-valente aos 4 meses, conforme o esquema estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Por isso, não é recomendável comparar a caderneta do seu bebê com a de outra criança e concluir que existe um erro apenas porque o nome ou a apresentação da vacina é diferente.

O que importa é o esquema indicado para aquela criança e o registro feito pela equipe de vacinação.

Vacinas aos 5 meses

Aos 5 meses, o bebê recebe:

  • Meningocócica C – 2ª dose

É uma etapa rápida, mas não deve ser esquecida.

Uma boa estratégia é colocar um lembrete no celular alguns dias antes da data prevista e conferir a caderneta antes de sair de casa.

Vacinas aos 6 meses

Aos 6 meses, o calendário fica novamente mais movimentado.

O bebê recebe:

  • Pentavalente – 3ª dose
  • VIP – 3ª dose
  • Influenza – 1ª dose
  • Covid-19 – 1ª dose

Influenza

A vacina contra a gripe passa a fazer parte da vacinação da criança a partir dos 6 meses.

Segundo o Ministério da Saúde, crianças de 6 meses a menores de 6 anos devem receber a vacina contra influenza anualmente.

Para a criança que está sendo vacinada contra influenza pela primeira vez, são previstas duas doses com intervalo de 30 dias. Nos anos seguintes, a recomendação é de uma dose anual.

Covid-19

Em 2026, a vacinação contra covid-19 também integra o calendário infantil.

Para o esquema apresentado pelo Ministério da Saúde, a vacina Comirnaty é administrada em três doses, aos 6, 7 e 9 meses.

Para crianças imunocomprometidas, existem recomendações específicas, incluindo reforços periódicos até determinada idade. Nesses casos, a orientação deve ser individualizada pelo serviço de saúde.

Vacina aos 7 meses

Aos 7 meses, está prevista:

  • Covid-19 – 2ª dose

Esse é um exemplo de por que vale deixar o calendário acessível em casa.

Nem todas as etapas acontecem de dois em dois meses.

Vacinas aos 9 meses

Aos 9 meses, estão previstas:

  • Covid-19 – 3ª dose
  • Febre amarela – 1ª dose

Febre amarela

A vacina contra febre amarela passa a fazer parte da rotina aos 9 meses.

Para viajantes e pessoas que vivem em áreas com circulação viral confirmada, o serviço de saúde pode avaliar situações específicas e a necessidade de vacinação.

Para viagens, o Ministério da Saúde orienta que a vacinação seja realizada com antecedência de pelo menos 10 dias.

Um detalhe importante

Existe uma possibilidade excepcional de indicação da vacina contra febre amarela entre 6 e 8 meses, mas isso não significa que todo bebê dessa idade deva recebê-la.

Essa indicação depende do contexto epidemiológico, residência ou viagem para área de risco e avaliação de risco-benefício pelo serviço de saúde.

Vacinas aos 12 meses

Quando o bebê completa 1 ano, começa outra fase importante do calendário.

Aos 12 meses, estão previstas:

  • Pneumocócica 20-valente – reforço
  • Meningocócica ACWY – 1ª dose
  • Tríplice viral – 1ª dose

Meningocócica ACWY

A vacina meningocócica ACWY amplia a proteção contra doenças meningocócicas causadas pelos sorogrupos A, C, W e Y.

Observe que ela é diferente da meningocócica C recebida anteriormente.

Tríplice viral

A tríplice viral protege contra:

  • sarampo;
  • caxumba;
  • rubéola.

O calendário prevê a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Vacinas aos 15 meses

Aos 15 meses, o calendário prevê várias vacinas:

  • DTP – 1º reforço
  • VIP – 1º reforço
  • Tríplice viral – 2ª dose
  • Varicela – 1ª dose
  • Hepatite A – 1 dose

É uma das etapas que mais exige atenção dos pais porque várias vacinas podem estar programadas na mesma visita.

DTP

A DTP protege contra:

  • difteria;
  • tétano;
  • coqueluche.

Varicela

A vacina contra varicela ajuda a prevenir a catapora e faz parte do calendário aos 15 meses.

Hepatite A

Também aos 15 meses é indicada uma dose da vacina contra hepatite A no calendário nacional.

Tabela resumida: calendário de vacinas do bebê 2026

Para facilitar ainda mais, salve esta tabela:

IdadeVacinas
NascimentoBCG + Hepatite B
2 mesesPentavalente 1ª + VIP 1ª + Rotavírus 1ª + Pneumocócica 20-valente 1ª
3 mesesMeningocócica C 1ª
4 mesesPentavalente 2ª + VIP 2ª + Rotavírus 2ª + Pneumocócica 10-valente 2ª
5 mesesMeningocócica C 2ª
6 mesesPentavalente 3ª + VIP 3ª + Influenza 1ª + Covid-19 1ª
7 mesesCovid-19 2ª
9 mesesCovid-19 3ª + Febre amarela 1ª
12 mesesPneumocócica 20-valente reforço + Meningocócica ACWY + Tríplice viral 1ª
15 mesesDTP reforço + VIP reforço + Tríplice viral 2ª + Varicela 1ª + Hepatite A

Fonte principal: Calendário Nacional de Vacinação da Criança, Ministério da Saúde, atualização de julho de 2026.

E se o bebê perder uma vacina?

Essa é uma das perguntas que mais preocupam as mães.

A resposta é: não tente simplesmente reiniciar o calendário por conta própria.

Se uma dose atrasou, procure a unidade de saúde levando a Caderneta da Criança.

O Ministério da Saúde orienta que as doses que já foram recebidas sejam consideradas para atualizar o esquema vacinal.

Exemplo prático

Imagine que um bebê deveria tomar determinada vacina aos 4 meses, mas a família só conseguiu levá-lo ao posto aos 5 meses.

Isso não significa automaticamente que todas as vacinas anteriores perderam a validade.

A equipe de vacinação vai conferir:

  1. quais doses já foram aplicadas;
  2. as datas em que foram aplicadas;
  3. os intervalos entre elas;
  4. a idade atual da criança;
  5. quais doses ainda são necessárias.

Depois disso, será definido o esquema de atualização.

Erros comuns dos pais com as vacinas do bebê

1. Achar que só existem vacinas aos 2, 4 e 6 meses

Esse é um erro comum.

Existem vacinas ao nascer e também aos 3, 5, 7, 9, 12 e 15 meses.

2. Comparar a caderneta com a de outro bebê

Duas crianças podem ter esquemas diferentes por causa da idade em que iniciaram a vacinação, doses anteriores, condições clínicas ou situações epidemiológicas.

A referência deve ser a Caderneta da própria criança e o calendário oficial.

3. Deixar todas as decisões para a memória

Com bebê pequeno, consultas, alimentação, sono e rotina, é fácil esquecer uma data.

Use a caderneta e, quando possível, os recursos digitais disponíveis.

4. Pensar que uma dose atrasada significa que todo o esquema foi perdido

Não é assim.

A equipe de saúde deve avaliar o histórico vacinal e orientar a atualização.

5. Não levar a caderneta para as consultas

A caderneta é uma das principais ferramentas para acompanhar a saúde da criança.

O Ministério da Saúde recomenda levá-la às consultas de acompanhamento.

Reações após as vacinas: o que pode acontecer?

É possível que o bebê apresente algumas reações depois de determinadas vacinas.

Entre as reações mais comuns estão:

  • dor no local da aplicação;
  • vermelhidão;
  • inchaço;
  • irritabilidade;
  • febre.

Em geral, essas manifestações são leves e temporárias, mas as reações variam de acordo com a vacina.

O Ministério da Saúde informa que algumas vacinas podem apresentar reações específicas e que eventos graves são raros.

Na prática

Depois da vacinação, observe o bebê e siga as orientações recebidas no serviço de saúde.

Evite oferecer medicamentos por conta própria apenas para tentar prevenir uma reação. Se houver dúvida sobre febre, dor ou outro sintoma, converse com o pediatra ou com a equipe que realizou a vacinação.

Quando procurar ajuda médica?

Procure atendimento quando o bebê apresentar uma reação que seja intensa, persistente ou cause preocupação.

Entre os sinais que justificam avaliação estão:

  • febre alta;
  • convulsão;
  • dificuldade para respirar;
  • alteração importante do estado geral;
  • reação alérgica importante;
  • sintomas que estejam piorando ou não estejam dentro do esperado.

O Ministério da Saúde orienta procurar atendimento imediatamente diante de reações graves, como febre alta ou convulsões.

Isso não significa que toda febre depois da vacina seja uma emergência. O contexto, a intensidade, a idade da criança e os demais sintomas precisam ser considerados.

Checklist: como organizar as vacinas do bebê

Use esta lista para não depender apenas da memória:

☐ Guarde a Caderneta da Criança em local fácil de encontrar.

☐ Confira as vacinas antes de sair da maternidade.

☐ Anote ou confirme a próxima data de vacinação.

☐ Programe lembretes no celular.

☐ Leve a caderneta às consultas pediátricas.

☐ Confira se todas as doses estão registradas.

☐ Se perder uma dose, procure a UBS em vez de tentar reorganizar o calendário sozinho.

☐ Informe à equipe de saúde se o bebê possui alguma condição clínica especial.

☐ Antes de uma viagem, verifique se existem vacinas ou cuidados adicionais.

☐ Confira periodicamente o calendário oficial, pois as recomendações podem ser atualizadas.

Caderneta Digital da Criança: uma ferramenta que pode ajudar

O Ministério da Saúde disponibiliza a Caderneta Digital da Criança, acessível pelo Meu SUS Digital.

A ferramenta permite acompanhar informações relacionadas à saúde da criança e verificar o histórico de vacinação, além de oferecer recursos de lembrete. A caderneta física continua sendo utilizada.

Para uma mãe que vive na correria, isso pode ser especialmente útil como complemento à caderneta física.

Mas eu faria uma ressalva: não abandone a caderneta física.

Tenha as duas formas de acompanhamento sempre que possível.

Vacinação e consultas do bebê caminham juntas

As vacinas não devem ser vistas como um assunto separado do acompanhamento pediátrico.

O Ministério da Saúde recomenda acompanhamento periódico do crescimento e desenvolvimento da criança e inclui a verificação das vacinas entre os cuidados de rotina.

Por isso, a consulta é uma boa oportunidade para tirar dúvidas sobre:

  • vacinação;
  • alimentação;
  • crescimento;
  • desenvolvimento;
  • sono;
  • prevenção de acidentes;
  • possíveis condições específicas do bebê.

Vacinas do SUS são seguras?

As vacinas que fazem parte do Calendário Nacional passam por processos regulatórios e são disponibilizadas de acordo com as recomendações do Programa Nacional de Imunizações.

O Ministério da Saúde destaca que os imunobiológicos utilizados no calendário passam por avaliação da Anvisa e que a vacinação é uma das principais formas de prevenção de doenças graves.

Isso não significa que uma vacina nunca possa causar reação.

Significa que, como qualquer intervenção de saúde, ela possui benefícios, possíveis eventos adversos e indicações específicas que precisam ser acompanhados dentro das recomendações oficiais.

SUS e vacinação do bebê

A vacinação de rotina do Calendário Nacional é disponibilizada gratuitamente pelo SUS.

Se você tem dúvidas sobre onde vacinar seu bebê, procure uma Unidade Básica de Saúde ou outro serviço de vacinação indicado pelo município.

E existe um detalhe importante: mesmo sem a Caderneta em mãos, a vacinação não deve ser automaticamente interrompida. O Ministério da Saúde informa que é possível verificar a situação vacinal e solicitar uma nova via quando necessário.

O que muda para bebês com condições especiais?

Nem todo bebê pode seguir exatamente o mesmo caminho de vacinação sem avaliação individual.

Crianças com determinadas condições clínicas, imunodeficiências ou outras situações especiais podem ter recomendações específicas.

Nesses casos, pode ser necessário procurar um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) ou seguir orientação especializada.

Por isso, se o bebê nasceu prematuro, possui alguma condição de saúde ou faz acompanhamento especializado, não compare a caderneta dele simplesmente com a de outra criança.

Pergunte à equipe responsável pelo acompanhamento.

Na minha visão: o mais importante não é decorar o calendário

É ter um sistema simples para acompanhar.

Você não precisa guardar de cabeça todas as vacinas, siglas e doses.

O que precisa fazer é:

caderneta + lembrete + acompanhamento da UBS/pediatra.

E existe outro ponto que considero fundamental: não espere o bebê apresentar algum problema para conferir a vacinação.

A prevenção acontece justamente antes da doença aparecer.

Nota da Débora

Como mãe, eu sei que a quantidade de informações sobre um bebê pode parecer enorme.

São consultas, alimentação, sono, desenvolvimento, higiene e, no meio de tudo isso, um calendário cheio de nomes de vacinas que nem sempre são fáceis de lembrar.

Por isso, minha proposta com este artigo não é fazer você decorar todas as siglas.

É deixar uma referência simples para você voltar sempre que precisar.

Salve este artigo, confira a Caderneta da Criança e, quando tiver qualquer dúvida, confirme a orientação com a equipe de saúde.

E uma coisa que vale guardar: se alguma vacina atrasou, não entre em pânico e não abandone o calendário.

Procure ajuda para colocar a vacinação em dia.

Perguntas frequentes sobre vacinas do bebê

1. Quais são as primeiras vacinas que o bebê toma?

Ao nascer, o Calendário Nacional de Vacinação prevê a BCG e a vacina contra hepatite B. Depois, novas vacinas são introduzidas progressivamente conforme a idade da criança.

2. O que acontece se eu atrasar uma vacina do bebê?

Procure uma unidade de saúde levando a Caderneta da Criança. A equipe verificará as doses já recebidas e orientará a atualização do esquema. Não é necessário presumir que todo o calendário foi perdido.

3. Bebê pode tomar várias vacinas no mesmo dia?

O calendário prevê situações em que diferentes vacinas são administradas na mesma faixa etária. A equipe de vacinação avaliará o esquema indicado para a criança e fará os registros na caderneta.

Conclusão

O calendário de vacinas do bebê 2026 começa ao nascer e possui várias etapas importantes durante o primeiro ano e os meses seguintes.

As principais idades de atenção são:

nascimento → 2 meses → 3 meses → 4 meses → 5 meses → 6 meses → 7 meses → 9 meses → 12 meses → 15 meses.

Mais do que decorar os nomes das vacinas, o mais importante é acompanhar a Caderneta da Criança e manter as doses atualizadas.

Se alguma dose foi esquecida ou atrasou, procure a unidade de saúde. O histórico das vacinas já recebidas será considerado para orientar a atualização.

E lembre-se: o calendário pode ser atualizado pelo Programa Nacional de Imunizações. Para decisões sobre a vacinação do seu bebê, a referência deve ser sempre a orientação vigente do Ministério da Saúde e da equipe de saúde que acompanha a criança.

Links internos para continuar cuidando do bebê

Depois de conferir as vacinas, continue sua leitura no Maternidade na Prática:

Como dar o primeiro banho no bebê com segurança — um guia para tornar os primeiros banhos mais tranquilos e seguros.

Como limpar o umbigo do recém-nascido — veja como cuidar do coto umbilical e identificar possíveis sinais de infecção.

Bebê soluçando: é normal? — entenda por que os soluços acontecem e quando merecem atenção.

Como identificar refluxo em bebês — saiba diferenciar as golfadas comuns do refluxo que precisa de avaliação.

Esses conteúdos fazem parte do mesmo cluster de cuidados com o recém-nascido e desenvolvimento do bebê, ajudando a família a encontrar informações relacionadas sem precisar abandonar o site.

Fontes confiáveis

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) — Calendários de vacinação: consultar os calendários da SBIm

Ministério da Saúde — Calendário Nacional de Vacinação da Criança 2026: acessar o calendário oficial atualizado de 2026

Ministério da Saúde — Calendário Nacional de Vacinação: consultar o calendário completo do Ministério da Saúde

Ministério da Saúde — Vacinação: ver orientações gerais sobre vacinação

Ministério da Saúde — Caderneta Digital da Criança: conhecer a Caderneta Digital da Criança

Ministério da Saúde — Cuidado Neonatal: ver orientações sobre vacinação do recém-nascido

Importante: Este artigo tem finalidade educativa e não substitui a avaliação do pediatra ou da equipe de vacinação. O Calendário Nacional de Vacinação pode ser atualizado pelo Ministério da Saúde. Para saber qual vacina e qual dose seu bebê deve receber, considere a idade, o histórico registrado na Caderneta da Criança e eventuais condições especiais de saúde. Em caso de dúvida, procure uma unidade de saúde ou o pediatra.

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